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EXPLICANDO KARMA COM MATEMÁTICA

 

EXPLICANDO KARMA COM MATEMÁTICA

Explicando Karma de outra maneira

 

Karma é um tema muito discutido atualmente, mas para muita gente o tema gera muita confusão. Aqui pretendo apresentar “EXPLICANDO KARMA COM  MATEMÁTICA”, uma maneira simplificada para trazer mais clareza ao assunto. Pode parecer estranho, mas eu ousaria explicar Karma desta maneira. Algo mais ou menos assim:

 

TEMAS ABORDADOS:

EXPLICANDO KARMA COM MATEMÁTICA

COMO OBTEMOS ESTA CONTABILIDADE PECULIAR?

COMO ACONTECE A SUBTRAÇÃO DE NOSSA MATEMÁTICA PESSOAL?

EXISTE DESTINO? TEMOS LIBERDADE?

DEUS NOS AUXILIA EM NOSSO PROGRESSO ESPIRITUAL E DIMINUIR NOSSA CARGA MATEMÁTICA?

 

 

EXPLICANDO KARMA COM  MATEMÁTICA

Viemos para esta Terra, como seres pensantes, o homo sapiens. Todos trazem uma determinada soma ou pontos a serem trabalhados: 900, 1.005, 2.630 ou 14.534,07 pontos… Uma soma qualquer. Cada pessoa, em decorrência de sua evolução anterior, angariou uma determinada soma de pontos. Uma espécie de carga que trazemos conosco. Uma contabilidade pessoal.

 

Como obtemos esta contabilidade peculiar?

Nós nos encontramos encarnados aqui na terra para aprender a sermos melhores. É como se estivéssemos matriculados num determinado ano letivo numa escola. Vamos aprendendo novas lições com maior ou menor facilidade. Em determinadas matérias iremos ser aprovados com louvor, enquanto em outras, seremos capazes de obter notas medíocres ou até mesmo sendo reprovados, comprometendo todo um ano letivo. Se nós não sairmos bem em nossa tarefa, teremos que repetir a classe para que nos esmeremos ainda mais a fim de superar as limitações de nós mesmos. Estudar e por em prática o que aprendemos para sermos aprovados. O professor deverá estar convencido de que de fato dominamos a matéria.

Quando a nossa vida se finda, quer seja por morte natural, enfermidade, acidente ou mesmo, por ato violento, iremos passar por um determinado tempo num plano astral e, em seu devido tempo, retornaremos para iniciar uma nova vida, com pais deferentes, um novo nome e sobrenome, viver em outro país, talvez outro sexo… Enfim, uma nova experiência vivencial com novos desafios. Isto tudo depende de nosso karma. Isto é,  Somos recompensados ou vitimados pela matemática de nossa própria carga acumulada.

 

Como acontece a subtração de nossa matemática pessoal?

Ao longo de nossa caminhada evolutiva nós devemos nos empenhar a diminuir esta soma, abater esta pontuação ruim carregada de experiências, digamos comprometedoras e equivocadas devido à ignorância da alma vivente… Pelo sofrimento que leva a reflexão, lutas, trabalho em nosso interior, aprimoramento pessoal, visão amplificada da vida espiritual etc. Coopera-se assim para a regressão destes pontos que nos fazem padecer. Talvez a meta seja chegar a 15, 10 ou 5,3 pontos, Sei lá!  E isto pode significar nossa libertação deste ciclo matemático que nos prende aqui a Terra.

Mas isto não é realizável em uma única vivencia terrena. Muitas existências reencarnatórias se farão necessárias para esta subtração. Ninguém se torna Mestre num curso relâmpago. A experiência faz o Mestre.

Deus nos concede inúmeras oportunidades existenciais para que possamos crescer espiritualmente e nos libertar do karma das más ações e dos desejos que nos prendem ao ciclo vida, morte e renascer outra vez até que tudo esteja esgotado.

Assim, nada ocorre de um instante para o outro. Não há mágica e sim leis regentes de causa e efeito. Tudo é lento, difícil, trabalhado. Exigindo meditação para se recolher entendimentos e os resultados desejados.

Entretanto existem situações das quais não podemos mudar, onde a matemática pessoal nos direcionou ou nos encaminhará a destinos imutáveis, nos quais só nos resta fazer o melhor desta circunstância. A subtração dos pontos está acoplada à passagem por certo fato incômodo: Enfermidades incuráveis, acidentes com sequelas, doenças e deformidades congênitas, são exemplos de fatalidades que nos demandam transformações mentais para superar a prisão em que nos encontramos encarcerados. Revolta inicial é um sentimento normal e natural. Mas a manutenção deste entendimento equivocado só fará sofrer ainda mais a pessoa. E a tal da matemática não diminuirá, pois a lição de subtração não foi desejada nem aprendida. As vezes podemos nos comprometer ainda mais devido a ignorância e cegueira espiritual.

Este é um exemplo real onde as leis do karma ou da matemática, impulsionam o destino a tecer e lançar suas redes a fim de motivar as pessoas ao melhor pensar e ao bom juízo.

Como exemplo.

Um jovem casal parece que o marido não estava mais interessado em levar a relação adiante e, desta forma, decidiram-se ir ao advogado para divorciarem-se.

No caminho, um carro ultrapassou de maneira violenta um pequeno caminhão que carregava longas madeiras e ferros para construção. O caminhão defendeu-se da ultrapassagem brutal e esquivou-se mais para a direita da pista num movimento brusco. Freando, acabou fazendo a carga mal assegurada, escorregar para a pista. Logo atrás vinha o jovem casal que iria se divorciar. Eles estavam conduzindo uma moto e, devido a esta manobra inesperada do pequeno transporte a frente, foram atingidos violentamente pela carga. Resultado: A jovem mulher que dirigia a moto foi atravessada junto com o marido, por um dos ferros na altura dos pulmões e ombros, derrubando-os da moto. O casal se encontrava preso e, espetados horrivelmente por este ferro que, os unia de forma involuntária. Os bombeiros, depois de sedá-los contra dor, tiveram que cortar o ferro que atravessava o casal com uma flex. para separá-los. Depois de terem tido os ferros retirados cirurgicamente, encontraram-se no hospital no mesmo quarto. E prometeram reiniciar  o relacionamento conjugal outra vez. O marido se desculpou e, se declararam amor mutuo.

Esta história mostra como a mensagem do destino foi clara. Mesmo que, às vezes, tendo que ser de uma maneira dramática: ”Vocês devem permanecer juntos, nada de divorcio! Vocês tiveram uma segunda chance para fazerem as coisas certas desta vez!”.

 

Existe destino? Temos liberdade?

Tudo depende de nosso próprio esforço. E o sucesso deste esforço não se faz necessário agradecer a Deus. Devemos agradecer a nós mesmos. Entretanto, a satisfação e a alegria deste êxito, poderemos oferecer a Deus que se alegrará conosco. O que mais poderá satisfazer ao Altíssimo é o nosso progresso, a nossa evolução. A nossa libertação em decorrência do aprendizado. E quanto mais baixa for a nossa pontuação matemática, maiores serão as chances de eventos positivos e de encontros agradáveis com a boa sorte em nossa vida.

Muitas vezes atraímos eventos desagradáveis para nós, porque os nossos pensamentos e crenças pessoais são negativas. De tanto pensar em algo que esse “algo” acaba se realizando.

É Importante mudar os nossos pensamentos e crenças pessoais ruins por positivas. E cambiar isto demanda muito treino e concentração para transformar maus hábitos em boas ações.

A nossa matemática karmática poderá ser comprometedora, e isto poderá atrair para nossa vida muitas lições ou provas que exigirão de nós paciência e trabalho interior. Mas isto não quer dizer que se nós possuímos uma pontuação do tipo 999,93 teremos que necessariamente passar por um acidente ou sofrer uma prova dolorosa a fim de deduzir 357 pontos de nossa longa dívida espiritual.

Nada é fixo em nosso destino. Nós reencarnamos com uma determinada tendência ou linha existencial. Mas, durante nosso percurso, podemos perfeitamente fazer novas escolhas e nos decidir por outros e novos trajetos que nos levarão a outros lugares.

Desta feita, se nós estivermos nos empenhando em nos melhorar, promovendo reforma íntima sincera e real é bem provável que algo terrível que teríamos que sofrer possa ser amenizado ou até eliminado.

Não somos castigados ou recompensados por Deus. Isso não tem nada a ver com a vontade do Todo Poderoso. Tudo é resultado do quanto construímos ou desconstruímos em nossas vidas. A vibração que carregamos no momento é que atrai eventos bons ou o infortúnio.

 

 

Milagre também não existe da maneira que gostaríamos de acreditar: Hoje é preto e a manhã, é branco, feito um passe de mágica. A verdade é que se a nossa matemática for positiva, isto é, se merecermos, nós poderemos usufruir a tão ansiada cura de nossa doença, poderemos evitar um “mal” maior etc. Isto não é milagre, mas merecimento.

Atraímos em nossas vidas aquilo que amamos ou almejamos com ardor, bem como aquilo que tememos ou odiamos. O encontro está marcado, só é uma questão de tempo.

Problemas terrenos só podem ser resolvidos aqui na Terra e por nós mesmos que os criamos. Não adianta procurar ajuda nos Céus. Os Céus nos oferecem as oportunidades e o que delas fizermos, é de nossa responsabilidade.

Tudo em nossa vida é resultado da matemática: Isto mais aquilo é igual a um determinado resultado.

Somos livres, pois temos nosso livre arbítrio conferido por Deus para decidir as nossas ações. E cada ação ou decisão tomada ou não acaba gerando uma determinada consequência.

Deus não tem nada a ver com o rumo de nossa vida. Nós somos os únicos responsáveis pela nossa conduta. O êxito ou fracasso de nossa vida. Ninguém pode ser culpado por nossa bancarrota pessoal. Nós criamos ou destruímos as nossas chances.

karma e matemática. Isto faz sentido.

 

EXPLICANDO KARMA COM MATEMÁTICA

Através da meditação diária e profunda poderemos nos reabilitar e nos libertar.

Deus nos auxilia em nosso progresso espiritual e diminuir nossa carga matemática?

Ele nos inspira, nos envia pessoas que possam nos orientar ou ajudar, traz literatura informativa, nos guia através de nossa intuição, ouve a nossa oração sincera se nós crermos em Seu auxílio. Deus nos ajuda se nós fizermos a nossa parte. Ele precisa estar convencido de que nós estamos nos esforçando ao máximo. É vão esperar que Deus resolva todos os nossos problemas e remova os nossos defeitos morais.

Será que estamos sozinhos na grandiosa tarefa em nossa caminhada rumo à evolução e libertação espiritual?

Esta foi exatamente a pergunta que eu fiz num período em que não andava tão bem assim…

Nesta meditação recebi tal inspiração como resposta: “Presenteie a Deus com a tua confiança”.

 

 

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EXPLICANDO KARMA COM MATEMÁTICA

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