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DIFICULDADES E DESAFIOS SÚBITOS NA VIDA

 

Vamos vivendo nossa vida, acostumados com o seu modo e ritmo até se deparar com as voltas que a vida dá. DIFICULDADES E DESAFIOS SÚBITOS NA VIDA atingem a todos nós. Achamos que só acontecem com os outros, mas de repente, nós nos encontramos bem no meio desta história, puxando o tapete de nossos pés e jogando-nos a um novo estado do qual desconhecemos, não contávamos e pior, nos rebelamos em aceitar.

AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ.

Escrevo este artigo por justamente estar passando por uma fase desta.

Acreditamos que estamos vivendo uma vida onde tudo se encontra sob nosso controle. As coisas nos parecem bem estabelecidas e acolhemos tudo como natural e um sentimento de segurança nos impulsiona a continuar a nossa caminhada deste modo. A vida parece estar sob nosso controle, previsível e vamos fazendo planos para o futuro, tendo até alguns pequenos probleminhas de luxo a serem resolvidos. E tudo nos parece satisfatório.

E assim, sem aviso prévio, acontece o inesperado nos atirando fora de nossos trilhos e derrubando tudo aquilo que acreditávamos como certo.

Isto podem ser acidentes que nos causam sequelas ou a entes queridos, uma doença grave, a morte súbita de alguém próximo a nós, ruínas financeiras inesperadas. Tragédias em geral.

Estes reveses que cortam a nossa tranquilidade e ferem nosso ser é uma prova de fogo que nos desafia.

COMO PENSAR E AGIR?

Antes de qualquer coisa, como costumo sempre dizer, é se preparar para viver em um “caos organizado”. O turbilhão de emoções, a tempestade dos sentimentos, a bagunça de nossos pensamentos e as mudanças que normalmente se sucedem a partir de um incidente grave e  inesperado que nos acometem, requerem de nós a nossa capacidade de se estruturar sob um novo aspecto e organizar o nosso entorno de uma nova maneira a ser compatível ao que estamos atravessando.

Meu querido marido, meu inspirador e amparador é 31 anos mais velho que eu e, subitamente, adoeceu e perdeu a capacidade de caminhar pela fraqueza nas pernas. Adaptei toda a casa a ser sem barreiras e com elevadores para ele a fim de ajudar a qualidade de sua vida na melhor idade. Quando tudo ficou pronto, não pode mais andar. Que ironia.

Meus sentimentos de tristeza por ver o que eu tão carinhosamente preparei para ele, talvez não mais sejam úteis da forma que eu havia planejado. O que mais me faz falta é poder cozinhar bonito, apresentar bem o prato numa mesa agradável para fazer as refeições com ele (veja algumas de minhas receitas em Forno e Fogão )Agora tenho que tratá-lo, na maioria das vezes na cama, come uma comidinha simples de três a cinco colheradas, e já não quer mais nada, pois não tem apetite. E eu vou comer sozinha em outro canto, Não dormimos mais juntinhos aconchegados como antes, uma vez que ele tem uma cama especial de hospital. Quase não conversamos mais por ele dormir quase o tempo todo e não poder acompanhar uma conversa mais elaborada.

Que falta ele me faz… Toda casa se transformou em equipamentos, os tapetes bonitos foram retirados para passar o guindaste de transporte e as cadeiras de rodas. Para o meu senso de estética ordem e beleza, no momento, não há mais lugar. Tudo, rotina, estrutura, tempo e necessidades foram alterados e adaptados para esta situação da qual estamos passando.

É incrível como se aprende e sente que, nestes momentos de desafios, a gente se torna mais focado no essencial, no que de fato tem valor e é importante. Porque o restante não há como segurar e apegar-se. O que antes era tão importante agora perturba e precisa ser removido ou suspenso por um determinado período.

Aprender na prática abrir mão de conforto, interesses etc. Não digo que isto é tarefa fácil.

Agora vivo para incluí-lo numa nova rotina onde ele necessita de inúmeros cuidados e o trabalho geral aumentou. Além da paciência que é testada quando não coopera. Faço tudo por ele por adorá-lo, mas também, sinto algumas dificuldades e, em certas coisas me custa aprender e aceitar.

E o pior são os pensamentos da possibilidade de luto devido a idade e a doença. Algo real. Apesar de todos meus conhecimentos espirituais, pensar em perdê-lo me dá dor de barriga. Procuro reagir eliminando isto cada vez que aparece em minha mente a fim de não sofrer por antecipação. Outra tarefa bem difícil quando as emoções estão sensibilizadas.

Quando a Senhora Vida nos desafia, deveríamos fazer o melhor desta situação especial em que estamos enfrentando. Naturalmente na prática, muita coisa não é tão fácil e simples de se por em prática. Saber ter o pensamento e atitudes corretos. Mas mesmo assim, enfrento, apesar de meu otimismo e ser positivo, minha hora de desânimo geral.

Muitas vezes a revolta, o desanimo o sofrimento ocupam muito espaço em nossa nova vida, sob o signo de algum transtorno perda ou drama pessoal.

DIFICULDADES E DESAFIOS SÚBITOS NA VIDA

A tentação natural em querer comparar nossa situação com a dos outros

O sentimento de que as coisas fugiram de nosso governo e que nos sentimos injustiçados pela vida é um sentimento muito presente.

Não parece fazer lógica, no ápice de nossa dor e desespero, o pensamento de que se “algo atravessa o nosso caminho é porque estamos aptos a lidar com a questão”.

Mas, independente de nossa opinião e sentimentos, a Vida é sabia. Ela deseja nos educar no aprendizado e fortificar o nosso ser. Se ela nos surpreende com determinada experiência é porque temos algo a entender, aperfeiçoar e crescer com esta nova prova que surge. E quando esta nova experiência vier bater à nossa porta querendo entrar, ela poderá vir se anunciando de maneira sutil e gradativa ou explodir porta e parede para se fazer notar a força de maneira contundente. Cada qual de nós possui um receptor de como a Vida e a suas mensagens se anunciarão. Cada qual tem uma necessidade específica de aprendizado.

Por esta razão que nós não podemos nos comparar uns com os outros e dizer que “aquele tem sorte e eu tive azar” ou “a mim atingiu o raio com intensidade derrubando e ferindo-me enquanto ao outro somente atingiu uns chuviscos de uma terna chuvinha de verão”. E não faz sentido perguntar “por quê?”.

A resposta já foi acima fornecida: Porque a Senhora Vida sabe o que carecemos para nos desenvolver e melhorarmos. A lição que eu tenho que aprender não é a mesma que outro terá que assimilar. Cada qual terá seus desafios particulares e isto não pode ser pesado nem medido. O que para uma pessoa determinada experiência é muito dolorosa, para o outro, a mesma situação, não significa muitos transtorno em esforços emocionais.

O QUE FAZER NOS MOMENTOS DE DESAFIOS?

Antes de tudo, fuja dos ataques de pânico e desespero. Eles impedem que possamos raciocinar corretamente e manter uma visão clara e precisa da circunstância. O pânico só complica ainda mais as coisas.

Quando temos que atravessar tais fases desafiantes em nossa vida, deveríamos colocar metas a serem alcançados:

Como poderei fazer deste período um momento em que eu possa crescer pessoalmente?

Como me engajar com o problema da melhor forma possível?

Como poderei me estruturar para enfrentar este período?

Que estratégia eu irei utilizar para criar novas perspectivas em minha vida nesta nova fase que me desafia?

Onde poderei receber ajuda?

Importante entender que não precisamos fazer tudo sozinhos. Quer seja em receber auxílio posológico, conselhos ou ajuda em trabalhos a serem realizados. Peça e busque ajuda ou socorro.

A palavra chave é Evoluir.

Apesar do desespero inicial, da revolta e frustração geral, chegará o dia em que paramos para pensar e resolvemos agir. Tirar o melhor proveito da situação em que nos encontramos. Uns demoram mais outros entendem isto mais rápido. Importante é agir e não ficar parado se lamentando.

É incrível e gratificante descobrir o potencial de superação em caso de doenças ou acidentes que nos limitam temporariamente ou permanentemente.

Ficamos surpreendidos de como somos capazes de nos reorganizar e reestruturarmos totalmente para nos adaptar a uma circunstância em que nos é requerido esforços importantes, abnegação e serviço para cuidar de alguma pessoa necessitada  que se tornou dependente de nós.

Terminamos o dia, agradecidos e felizes por saber do quanto fomos capazes de realizar e desenvolver num único dia.

O quanto de força escondida que desabrocha dentro de nós. Saber abrir mão de nosso conforto, organizar mudanças e adaptações necessárias, manter o foco para não perder o controle da situação. As emoções precisam estar sob nosso comando senão bagunça ainda mais a estado criando dificuldades extras.

É na tranquilidade interior que reside a fortaleza. Como se come um elefante? De pedacinho em pedacinho. Esta alegoria quer nos ensinar que, às vezes, um problema se parece gigantesco nos amedrontando. Achamos que não iremos dar conta da missão que desaponta. Mas de pouquinho em pouquinho vamos fazendo progresso e aprendendo a lidar com essa nova circunstancia que pede muito de nós.

A verdade é que se uma porta se cerra, outras se abrirão.

Quando perdemos algo ou alguém, coisas novas virão ao nosso encontro.

Depois de uma grande decepção, oportunidades novas aportaram oferecendo novas chances de desenvolvimento.

Nunca tomar uma decisão sob a influencia do desespero. Nunca.

Não são poucas às vezes em que o velho precisa ir para que algo totalmente adverso e desconhecido possa chegar ao nosso encontro.

Em nossa caminhada aqui na Terra está em constante movimento e se transforma sempre. Tudo é uma questão de tempo. Mas o novo quer ele nos agrade ou não, virá com certeza.

Nada é para sempre, nem o bom nem o ruim.

Cada qual de nós vive em seu ritmo e deve estar preparado para o que vier nas curvas de nossa existência. Um espírito tranquilo, sintonizado com a própria intuição irá nos guiar a fim de que tenhamos os pensamentos e as atitudes acertadas. E isto é tão importante para não sucumbirmos.

E no final das contas, depois que a missão for cumprida ou que aprendemos a nossa lição em particular, sairemos fortalecidos, mais sábios e mais confiantes, sabendo que nenhuma tempestade nos derrubará.

E felizes pela missa cumprida da melhor maneira possível.

 

 

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DIFICULDADES E DESAFIOS SÚBITOS NA VIDA

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